O Caderno nasceu em 2025, quando três jornalistas cansados de cobrir o mesmo dia em loop decidiram montar um espaço próprio. Não para competir com portais de manchete, mas para recuperar algo que parecia perdido: a possibilidade de publicar reportagem que ainda faça sentido duas semanas depois.

Nosso nome vem do caderno de campo — aquele bloquinho onde anotações soltas viram história. Cada matéria parte de um detalhe concreto: um elevador silencioso, uma prateleira de livraria, um mutirão de vizinhança após chuva. A partir dali, ampliamos o quadro sem perder o chão.

O que publicamos

Organizamos o arquivo em três seções. Sociedade cobre convivência urbana, trabalho, família e instituições do dia a dia. Ideias abriga ensaios sobre debate público, memória coletiva e conceitos que atravessam política sem virar panfleto. Cultura olha para livros, cinema, música e espaços onde a arte encontra público real — não só crítica de lançamento.

Publicamos reportagens de campo, ensaios argumentativos e crônicas. Evitamos listas genéricas, textos gerados em massa e opinião sem apuração. Preferimos três matérias bem feitas por semana a dez notas descartáveis.

Como trabalhamos

Todo texto passa por revisão editorial e checagem de fatos antes de ir ao ar. Quando corrigimos erro relevante, atualizamos a data no topo da matéria e explicamos o que mudou, conforme nossa política editorial. Não aceitamos pagamento de fontes para publicação e identificamos claramente qualquer parceria institucional.

O Caderno é independente. Não somos braço de partido, agência de marketing nem vitrine de produto. Nossa receita, quando existir, virá de assinatura e apoio de leitores — nunca de conteúdo disfarçado de reportagem.

Quem escreve

Marina Vale cobre sociedade e urbanismo do cotidiano. Já passou por redações de jornal local e conhece de perto a linguagem de assembleia de condomínio e de associação de bairro.

Thiago Mendes escreve sobre ideias públicas, mídia e ritmo do debate. Trabalhou com educação não formal e traz para o Caderno a obsessão por exemplos concretos antes de abstração.

Camila Rocha é editora de cultura. Acompanha livrarias independentes, circuitos de cinema de bairro e iniciativas culturais que sobrevivem longe do eixo Rio–São Paulo.

Fale conosco

Sugestões de pauta, relatos de leitores e propostas de parceria editorial são bem-vindos em [email protected]. Respondemos em dias úteis, em geral em até 48 horas.